O excesso de cesarianas configura-se como um problema de saúde pública, em curto prazo associado ao aumento da morbimortalidade materna e neonatal e com possível impacto, em longo prazo, no desenvolvimento de doenças crônicas.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Parto Adequado
Conforme evidências científicas, em lugar de fatores clínicos, as causas determinantes das elevadas taxas de cesarianas registradas no país englobam uma série de fatores que vão desde a forma de organização e financiamento dos sistemas de saúde associada à preponderância de uma cultura médica intervencionista, até aspectos socioeconômicos, preocupações ético-legais e características psicológicas e culturais das pacientes. No ano de 2012, a taxa de cesarianas alcançou 55% no Brasil, sendo 84% dos partos realizados por intermédio de planos de saúde e 40% dos partos na rede pública.
O excesso de cesarianas configura-se como um problema de saúde pública, em curto prazo associado ao aumento da morbimortalidade materna e neonatal e com possível impacto, em longo prazo, no desenvolvimento de doenças crônicas.
O excesso de cesarianas configura-se como um problema de saúde pública, em curto prazo associado ao aumento da morbimortalidade materna e neonatal e com possível impacto, em longo prazo, no desenvolvimento de doenças crônicas.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Morreu nesta terça-feira, dia 8, Dr. Umberto Veronesi
Morreu nesta terça-feira, dia 8, o famoso oncologista e político italiano Umberto Veronesi. Com sua saúde já debilitada há algumas semanas, Veronesi faleceu em sua casa em Milão cercado pela sua esposa, filhos e outros parentes.
O italiano, que teria completado 91 anos no próximo dia 29 de novembro, dedicou sua vida à cura do câncer. O renomado médico era um dos expoentes europeus do tratamento ao câncer, principalmente o de mama, fundador e presidente da Fondazione Umberto Veronesi, que luta contra a doença, e diretor científico emérito do Instituto Europeu de Oncologia. Já em seu lado político, Veronesi foi senador e Ministro da Saúde da Itália entre 2000 e 2001, durante o mandato do primeiro-ministro Giuliano Amato.
A morte de Veronesi foi comentada pelo atual premier italiano, Matteo Renzi, que homenageou o oncologista nesta terça, durante um comício a favor do "Sim" ao Referendo Constitucional e pediu uma salva de palmas para o político. "Ele foi um grande homem para a saúde. Gostaria que vocês o relembrassem com um grande aplauso", afirmou Renzi. (ANSA)
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Dia Mundial de Combate ao AVC
O AVC (acidente vascular cerebral) mata mais de 80 mil brasileiros por ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Este sábado dia 29 de outubro é o Dia Mundial de Combate ao AVC, conhecido popularmente como derrame.
Embora nem sempre fatal, o AVC pode deixar sequelas, que vão desde perda de sensibilidade até perda de movimento ou fala.
Os neurologistas, ressaltam que o tempo é um fator crucial: “Se a pessoa chega ao hospital até duas horas após o início dos sintomas, a chance de recuperação é maior.”
A neurologista e vice-presidente da Associação Brasil AVC, Carla Moro, alerta que os fumantes, idosos, cardíacos e diabéticos estão entre as pessoas com maior predisposição. “Embora a chance de ter um AVC aumente com a idade, 10% dos casos acontecem em pessoas entre 15 e 45 anos.”
Embora nem sempre fatal, o AVC pode deixar sequelas, que vão desde perda de sensibilidade até perda de movimento ou fala.
Os neurologistas, ressaltam que o tempo é um fator crucial: “Se a pessoa chega ao hospital até duas horas após o início dos sintomas, a chance de recuperação é maior.”
A neurologista e vice-presidente da Associação Brasil AVC, Carla Moro, alerta que os fumantes, idosos, cardíacos e diabéticos estão entre as pessoas com maior predisposição. “Embora a chance de ter um AVC aumente com a idade, 10% dos casos acontecem em pessoas entre 15 e 45 anos.”
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
O movimento Outubro Rosa - Câncer de Mama
O câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação de células anormais da mama, que forma um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns se desenvolvem rapidamente, outros não.
Tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.
Em 2015, para o Brasil, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, esse tipo de câncer é o mais frequente nas mulheres das regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste. Na região Norte, é o segundo mais incidente.
Existe tratamento para câncer de mama. No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde - assim como a da Organização Mundial da Saúde e a de outros países - é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos.
Não existe uma causa única para o câncer de mama, que é mais comum em mulheres (apenas 1% dos casos são diagnosticados em homens) e tem na idade um dos mais importantes fatores de risco para a doença. Cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos. O câncer de mama de caráter genético/hereditário corresponde a apenas 5% a 10% do total de casos da doença.
Fatores ambientais e comportamentais:
| Fatores da história reprodutiva e hormonal
| Fatores genéticos e hereditários*
|
A presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
11 de Outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade
Tornou-se oficial. Segundo consta na Lei nº 11.721, assinada em junho de 2008, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade.
Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.
No Brasil, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. “O excesso de peso acomete 40% da população brasileira, aumentando o risco de doenças como pressão alta, diabetes, colesterol alterado entre outras”, afirma o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Dr. Márcio Mancini, responsável pelo Departamento de Obesidade da SBEM.
A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias. Hoje, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%.
Obesidade
A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Dentre os fatores que causam a obesidade estão os nutricionais, fisiológicos, genéticos, psiquiátricos e psicológicos, comportamentais e ambientais.
O IMC é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de sobrepeso e obesidade. É calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros).
IMC = Peso / Altura x Altura
Exemplo de como calcular o IMC:
IMC = 80 kg / 1,80 m x 1,80 m = 24,69 kg/m2 (Peso Normal)
Combater e prevenir são ações urgentes diante de um problema que vem adquirindo proporções epidêmicas. Segundo projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos.
No Brasil, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. “O excesso de peso acomete 40% da população brasileira, aumentando o risco de doenças como pressão alta, diabetes, colesterol alterado entre outras”, afirma o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), Dr. Márcio Mancini, responsável pelo Departamento de Obesidade da SBEM.
A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos com fritura e açúcar se refletem no aumento de pessoas obesas, em todas as faixas etárias. Hoje, o índice de crianças brasileiras com sobrepeso já chega a 15%.
Obesidade
A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Dentre os fatores que causam a obesidade estão os nutricionais, fisiológicos, genéticos, psiquiátricos e psicológicos, comportamentais e ambientais.
O IMC é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de sobrepeso e obesidade. É calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em metros).
IMC = Peso / Altura x Altura
Exemplo de como calcular o IMC:
IMC = 80 kg / 1,80 m x 1,80 m = 24,69 kg/m2 (Peso Normal)
A classificação de peso é feita segundo os seguintes critérios:
| Categoria | IMC |
|---|---|
| Abaixo do Peso | Abaixo de 18,5 |
| Peso Normal | 18,5 - 24,9 |
| Sobrepeso | 25,0 - 29,9 |
| Obesidade Grau I | 30,0 - 34,9 |
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Terapia com laser é opção contra atrofia vaginal
Tratamento que chegou ao país recentemente promete tratar alguns dos sintomas indesejáveis da menopausa.
Trata-se de um laser de CO2 fracionado, indicado para a atrofia vaginal. O problema acomete até metade das mulheres no climatério e se caracteriza pela perda da lubrificação da elasticidade da mucosa vaginal e dores na relação sexual.
A atrofia é causada pela deficiência do estrógeno na menopausa, e geralmente é tratada com cremes à base desse hormônio.
O procedimento a laser promete recuperar a elasticidade, a espessura e a umidade da vagina ao estimular a produção de colágeno e poderia ser uma opção para quem tem contraindicação de usar os cremes hormonais por causa de um histórico de câncer de mama.
Hoje, mulheres com esse perfil têm como opção o ácido poliacrílico, que forma uma película de revestimento sobre a mucosa vaginal e leva à hidratação, apesar de não ser tão eficaz como os cremes hormonais, e um creme específico à base de estrogênio que tem ação local e menor absorção.
Pacientes com 60 anos e vida sexual ativa, notaram uma melhora grande na relação sexual.
"Passei a sentir mais prazer, levantou minha autoestima. Antes era dolorido, incomodava, tinha deixado de ser agradável."
Descreve uma das pacientes entrevistadas, que não quis se identificar.
Aprovado pela Anvisa no ano passado, o laser Monalisa Touch esta sendo alvo de dois estudos na Faculdade de Medicina do ABC
Um deles pretende comparar o tratamento tradicional (cremes à base de estrogênio) com o novo laser. O outro vai testar o laser em mulheres jovens que entraram na menopausa precocemente, depois de terem sido submetidas a tratamentos contra o câncer.
Segundo César Fernandes, presidente da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), a descrição e os efeitos do tratamento com laser têm fundamento, mas são necessários mais estudos.
"Gostaria de ver pesquisas que reforçassem as evidências, com número maior de pacientes, comparação entre o tratamento convencional e resultados de eficácia e segurança a longo prazo", afirma.
Ele acredita que o laser não vai substituir os cremes e nem se tornar a primeira opção de tratamento, mas poderia ser uma terapia complementar.
Via Folha UOL, para ver a matéria completa: https://goo.gl/88dTP
O tratamento esta disponível para agendamento com a Dra. Andrea Graça, no Centro Medico Frei Caneca, marque sua consulta Telefone: (11) 3150-4046
Trata-se de um laser de CO2 fracionado, indicado para a atrofia vaginal. O problema acomete até metade das mulheres no climatério e se caracteriza pela perda da lubrificação da elasticidade da mucosa vaginal e dores na relação sexual.
A atrofia é causada pela deficiência do estrógeno na menopausa, e geralmente é tratada com cremes à base desse hormônio.
O procedimento a laser promete recuperar a elasticidade, a espessura e a umidade da vagina ao estimular a produção de colágeno e poderia ser uma opção para quem tem contraindicação de usar os cremes hormonais por causa de um histórico de câncer de mama.
Hoje, mulheres com esse perfil têm como opção o ácido poliacrílico, que forma uma película de revestimento sobre a mucosa vaginal e leva à hidratação, apesar de não ser tão eficaz como os cremes hormonais, e um creme específico à base de estrogênio que tem ação local e menor absorção.
Pacientes com 60 anos e vida sexual ativa, notaram uma melhora grande na relação sexual.
"Passei a sentir mais prazer, levantou minha autoestima. Antes era dolorido, incomodava, tinha deixado de ser agradável."
Descreve uma das pacientes entrevistadas, que não quis se identificar.
Aprovado pela Anvisa no ano passado, o laser Monalisa Touch esta sendo alvo de dois estudos na Faculdade de Medicina do ABC
Um deles pretende comparar o tratamento tradicional (cremes à base de estrogênio) com o novo laser. O outro vai testar o laser em mulheres jovens que entraram na menopausa precocemente, depois de terem sido submetidas a tratamentos contra o câncer.
Segundo César Fernandes, presidente da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), a descrição e os efeitos do tratamento com laser têm fundamento, mas são necessários mais estudos.
"Gostaria de ver pesquisas que reforçassem as evidências, com número maior de pacientes, comparação entre o tratamento convencional e resultados de eficácia e segurança a longo prazo", afirma.
Ele acredita que o laser não vai substituir os cremes e nem se tornar a primeira opção de tratamento, mas poderia ser uma terapia complementar.
Via Folha UOL, para ver a matéria completa: https://goo.gl/88dTP
O tratamento esta disponível para agendamento com a Dra. Andrea Graça, no Centro Medico Frei Caneca, marque sua consulta Telefone: (11) 3150-4046
II Simpósio Internacional de IMUNO-ONCOLOGIA
Veja o convite feito pelo Dr. Antonio Buzaid, chefe geral do Centro de Oncologia Antônio Ermírio de Moraes
Temas de Destaques:
• Introdução a Imunologia e Imunoterapia
• Imunoterapia em Tumores Específicos
COORDENADORES
RAFAEL ARON SCHMERLING
FERNANDO COTAIT MALUF
ANTONIO CARLOS BUZAID
CONVIDADOS NACIONAIS
ANTONIO CARLOS BUZAID
CAROLINA KAWAMURA
FABIO KATER
FABIO SCHUTZ
FERNANDO COTAIT MALUF
FERNANDO MOURA
HELOISA VEASEY RODRIGUES
JOSÉ ALEXANDRE BARBUTO
JOSÉ ULYSSES AMIGO FILHO
MARCOS ANDRÉ SÁ
PEDRO AGUIAR JUNIOR
PHILLIP SCHEINBERG
RAFAEL ARON SCHMERLING
RENATA D´ALPINO
CONVIDADOS INTERNACIONAIS
Christian U. Blank
Professor do Departamento de Medicina Oncológica – Divisão de Imunologia do The Netherlands Cancer Institute – Antoni van Leeuwenhoek Hospital (NKI-AVL) – Amsterdam – Holanda
William Nassib William Jr.
Chefe da Sessão de Câncer Cabeça e Pescoço do Departamento de Oncologia Torácica/Cabeça e Pescoço – M.D Anderson Cancer Center, Houston (EUA).
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